quinta-feira, 27 de março de 2014

ROSQUINHA DE COCO COM FERMENTO BIOLÓGICO SECO

Milena Santos, meu bem, não consegui dar a resposta a tempo.
Saiba que lidar com fermento biológico seco não é tarefa fácil.
Você estava com a mão na massa, no dia 24 deste e eu só vi seu pedido de ajuda agora!
Tomara que você tenha ido até o fim! Mesmo não resultando uma rosquinha fofinha, o que importa é o percurso e a aprendizagem para que a experiência enriqueça o todo, concorda?
Vi seu blog, sua foto (você tem um jeitinho meigo e fofo), li sobre seu perfil e gostei de ver que você é uma pessoa bem resolvida e feliz! Deus a abençoe e mantenha sua alegria ao lado dos seus amores!
Prazer em conhecê-la!
Então... essa rosquinha maravilhosa depende do tempo. Quando chega o ponto de crescer, costumo colocar a vasilha com a massa sobre o assento de uma cadeira, no quintal, pegando sol sobre um cobertor. Acredita? É um processo pra acelerar o efeito do fermento. Tática de cozinheira velha rsrsr.
Se o tempo está chuvoso, também cubro a vasilha com um cobertor (dentro de casa, claro!). Mas demora muito pra crescer. E aí, enrolo rosquinhas bem finas, porque crescem menos demoradamente.
Com o fermento biológico (siga a medida de equivalência que vem definida na embalagem), faça a massa de jeito diferente.

Na vasilha, coloque os ingredientes sem usar o açúcar (ele inibe o crescimento do fermento biológico!) todo. Use apenas uma colher (retirada do todo que você mediu do copo) e acrescente duas xícaras de farinha de trigo, os ovos, a baunilha e o fermento. Com uma colher grande, incorpore bem os ingredientes e deixe essa massa (fica mole) crescer.
Depois de crescer, incorpore os ingredientes que faltam e siga o que está na receita do blog.
Portanto, em vez de duas vezes, serão três os procedimentos pra massa crescer.
Insista, meu bem!

A massa fica grudando na mão, antes do último crescimento (veja a foto do pão de batata). Depois de crescida, se estiver difícil de enrolar sobre uma superfície lisa, você pode polvilhá-la com farinha de trigo (aos poucos).
Depois, você me conta.
Opte pelo e-mail (cleiagerin@gmail.com) que checo mais vezes no dia.
Meu abraço.


domingo, 23 de março de 2014

BOLO DE CENOURA


Quando digo que todo mundo sabe fazer bolo de cenoura, eu sou todo mundo.
Quando penso (desafasta!) que todo mundo está sujeito a ter, com o tempo, o Mal de Alzheimer, também estou neste todo mundo...
E, por conta de constatações recentes, vendo pessoas conhecidas e queridas alegarem que não sabem mais nem uma receita das que costumavam fazer, ponho minhas barbas de molho...
Aqui vai minha receita de BOLO DE CENOURA...
Também porque tenho uma netinha que adora saborear este bolo e, mais uns três aninhos à frente (assim espero!), e ela mesma estará prontinha a seguir esta receita!
Tudo no liquidificador, claro: três xícaras de cenoura picadinha, quatro ovos, meia xícara de óleo de soja. Esperei bater até misturar bem. Aí, acrescentei duas xícaras (chá) de açúcar (menos o equivalente à marca de um dedo em cada xícara) e coloquei pra bater mais um pouco. Sem a tampa, com o liquidificador ligado, fui acrescentando, aos poucos, duas e meia xícaras (chá) de farinha de trigo. Por último, uma colher (sopa) de pó-royal. Despejei em forma untada com margarina e farinha de trigo e levei para assar, em forno pré-aquecido (200 graus), por uns vinte minutinhos.
Assim que percebi que o bolo estava quase assado, fiz a cobertura. Numa panelinha sobre a chama acesa, coloquei duas colheres (sopa) de leite; uma colher (sopa, rasa) de margarina; uma xícara (chá) de açúcar e três colheres (sopa) de chocolate em pó para derreter e incorporar os ingredientes. Ferveu, desliguei o fogo e despejei essa cobertura sobre o bolo pronto.


Como diz a Juju: delícia!